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Cofen realiza formação de novos gestores dos Conselhos Regionais de Enfermagem


29.01.2024

Começou um novo ciclo para os Conselhos Regionais de Enfermagem. Desde 1º janeiro de 2024, as conselheiras e os conselheiros eleitos pela categoria tomaram posse e começaram a administrar as 27 unidades sediadas em todos os estados do Brasil e no Distrito Federal.

Para garantir a qualidade da gestão e a manutenção eficiente dos serviços prestados à categoria e à sociedade, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) realizou, nos dias 23 e 24 de janeiro de 2024, o Curso de Formação de Gestores do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem.

Agregar valor – Ao abrir os trabalhos, a presidente do Cofen Betânia Santos enfatizou a necessidade de realizar uma gestão voltada à valorização da profissão. “O encontro dos novos gestores com as nossas equipes técnicas e com os conselheiros e as conselheiras mais experientes é uma oportunidade de ouro para realizar o intercâmbio de conhecimentos e experiências enriquecedoras. Espero que toda essa energia e força de trabalho sejam colocadas a serviço da Enfermagem”, discursou.

O objetivo do evento é promover a integração nacional dos gestores e oferecer conhecimentos indispensáveis à administração eficiente dos Conselhos de Enfermagem. “Fazemos parte de um único time. Temos representação em todo o país e podemos nos ajudar mutuamente. Estamos à disposição para ajudar a construir uma gestão de sucesso”, pontou o chefe do Departamento de Planejamento e Gestão do Cofen, Marcelo Persegona.

Fundamento técnico – Os palestrantes e expositores abordaram temas relacionados à execução das atividades finalísticas dos conselhos, tramitação de processos legislativos, instrução e julgamento de processos éticos, responsabilidade fiscal, alimentação do Portal da Transparência, prestação de contas aos órgãos de controle e elaboração de relatórios de gestão. Ávida por conhecimento, a plateia ouviu detalhes sobre a legislação pertinente aos temas e propôs questionamentos que permitiram o aprofundamento de debates e discussões sobre tópicos essenciais para a gestão dos Conselhos de Enfermagem

“Somos cobrados como órgão de grande porte e assim devemos agir, como uma grande instituição, que congrega quase três milhões de profissionais e serve de farol para milhões de estudantes. Portanto, temos que agir com eficiência, profissionalismo e prestar contas rigorosamente em dia, tanto aos departamentos de controle interno quanto aos órgãos de controle externos” pontuou o tesoureiro do Cofen, Gilney Guerra.

Para o assessor legislativo do Cofen Alberto Jorge Cabral, os Conselhos de Enfermagem possuem um poder gigantesco, que deve ser exercido com equilíbrio e respeito ao interesse público. “Nossa principal missão é evitar danos à saúde, à sociedade e ao patrimônio. Somente nós temos poderes para controlar eticamente a profissão e a sociedade espera que façamos isso da melhor forma. Qualquer cidadão pode representar junto ao conselho e temos a obrigação de responder, sob pena de prevaricação. Sempre existe solução para os problemas e devemos buscar com humildade e perseverança”, disse.

A ética e a prudência são princípios essenciais na gestão pública dos conselhos profissionais, principalmente para garantir o bem-estar da categoria e a confiança permanente na instituição. Um gestor ético pauta suas ações na honestidade, no respeito às leis, nos princípios morais e no interesse coletivo, evitando conflitos de interesse e privilegiando o bem comum. A ética na gestão de uma autarquia de tão relevante importância envolve ainda a capacidade de tomar decisões justas e transparentes, possibilitando que a sociedade possa fiscalizar e acompanhar de perto as ações desenvolvidas.

Além da ética, a transparência é um elemento indispensável para que a gestão pública seja eficiente e confiável. Isso inclui a divulgação clara e acessível de informações sobre as ações, gastos e resultados da autarquia, permitindo que a população tenha conhecimento dos processos e possa avaliar a eficácia das políticas públicas desenvolvidas pelos conselhos. É primordial que os gestores compartilhem informações de forma aberta e mantenha canais de comunicação diretos com a categoria, favorecendo a participação efetiva da sociedade.

Não menos importante é o profissionalismo, que se traduz na capacidade de exercer cargos e funções de maneira competente e especializada. É fundamental que gestores dos Conselhos de Enfermagem busquem conhecimentos técnicos e habilidades gerenciais, para promover a modernização e o aprimoramento contínuo dos processos administrativos e da prestação de serviços. O profissionalismo na gestão se traduz também na valorização do quadro de servidores públicos, assim como em investimentos consistentes em capacitação, qualificação e tecnologia.

Aprende quem ensina – Para a presidente do Coren-MT Bruna Santiago, o curso cumpriu a função de dar o norte para o andamento dos trabalhos e oferecer os parâmetros para a gestão que se inicia. “Para mim, que estou assumindo a presidência neste momento, a chance de aprender com as equipes técnicas, dialogar com os conselheiros mais experientes e ter acesso ao funcionamento dos processos de trabalho é uma oportunidade valiosa, que vai fazer toda a diferença no cotidiano. Sinto-me realmente preparada para o desafio, vamos avançar e fazer diferente”, destaca.

Já com larga experiência de gestão, o novo presidente do Coren-RO Josué Sicsu considera que sempre é tempo de aprender e evoluir. “É excelente estabelecer esse contato com a nova geração de gestores e perceber que cada um tem uma contribuição a dar para o crescimento e fortalecimento do grupo. Estou confiante de que a nossa profissão está em boas mãos e vai continuar se desenvolvendo para ocupar melhores posições na sociedade, na política, no mercado de trabalho e em todos os espaços que vier a fazer parte”, diz.

A gestão pública ética, transparente e profissional é o alicerce para a boa administração dos Conselhos de Enfermagem. A partir desses pilares, é possível garantir a eficiência nos gastos públicos, a qualidade dos serviços prestados à população e, consequentemente, a melhoria da qualidade de vida da coletividade.

Portanto, é preciso que haja um compromisso contínuo por parte dos gestores em conduzir funções públicas com responsabilidade, sempre pautados por princípios legais e voltados ao interesse público. Cabe também à sociedade cobrar e fiscalizar, de modo atento e participativo, a gestão pública, promovendo uma cultura de transparência e exigindo a observância dos mais altos padrões de profissionalismo. Cada um deve fazer a sua parte para atingir o objetivo de construir uma sociedade mais justa.

Fonte: Ascom – Cofen

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